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Em um vídeo registrado por uma acompanhante, é possível ver a situação caótica do local.

 

Lado a lado, as camas se acumulam enquanto os profissionais precisar se esgueirar entre elas para realizar os atendimentos.

“Essa sala é só para chegar paciente e sair, ser atendido e sair, e não está acontecendo isso, porque não tem vaga”, afirmou a mulher, que preferiu não ser identificada.


O politrauma é caracterizado por lesões graves em duas ou mais áreas do corpo de um paciente.

 

De acordo com a denúncia, há pacientes em estado bastante grave e até entubados a espera das vagas.

 

“Tem dois pacientes entubados baleados graves, paciente aguardando cirurgia, paciente de neuro. Está lotado. Essa sala não é para estar desse jeito”, disse.


Os pacientes, segundo ela, nem conseguem a vaga no HMC, nem estão sendo transferidos a outras unidades.

 

Outro lado

A Empresa Cuiabana de Saúde Pública (ECSP) afirmou que esse é o único hospital referência em ortopedia e traumatologia na baixada cuiabana e atribuiu a superlotação ao feriado prolongado.

“Em decorrência do período de feriado, as demandas de acidentes de trânsitos no município de Cuiabá e nas rodovias aumentaram, o que ocasionou crescimento no fluxo de atendimentos no Pronto-Socorro, pois todas as situações de traumas são trazidas via Serviço de Atendimento Móvel ao Usuário (SAMU) para a unidade”, disse em trecho da nota.