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Governo busca gestão mais barata para hospitais e concurso será para "alguns cargos"

O Governo do Estado analisa opções com menor custo para administrar dois novos hospitais que estão em obras em Cuiabá e outros quatro regionais no interior. O governador Mauro Mendes (União) pontuou que um eventual concurso público para a saúde deverá contemplar algumas "alguns cargos".

A fala foi feita ao programa Roda de Entrevista, na noite de quinta-feira (25). Na Capital, estão em construção o Hospital Central, na região do Centro Político Administrativo (CPA), e o novo Hospital Júlio Muller, na saída para Santo Antônio.

Mauro destacou que o Hospital Central ficou parado 34 anos e que as obras estão, agora, em 65% de conclusão. Já sobre o Júlio Muller, o governador lembrou que o Estado tinha recursos passados pelo Governo Federal, em cerca de R$ 100 milhões, parados na conta desde 2013, com a obra parada.
O governador ainda lembrou que o Estado está construindo os Hospitais Regionais de Confresa, Juína, Alta Floresta e Tangará da Serra.

"Nós dobramos o número de leitos SUS nesses três anos e sete meses que estou como governador. Nós tínhamos pouco mais de 500 leitos SUS e hoje nós temos mais de 1 mil. E quando esses hospitais ficarem prontos nós teremos mais de 2 mil leitos SUS disponíveis no Estado de Mato Grosso, na mão do Estado, fora aqueles que estão sendo gerenciados pelas prefeituras municipais", afirmou.

As novas unidades hospitalares demandarão mão de obra para funcionamento. Mauro pontuou que o concurso público está no radar "mas também nós estamos neste momento colocando para concurso alguns cargos da saúde, agora, a forma de tocar todos esses hospitais novos é que está sendo estudado".

"Nós estamos fazendo essa rede, investindo na infraestrutura, e com isso seguramente o que nós desejamos é melhorar a qualidade da saúde prestada ao cidadão. Para isso você precisa dos profissionais. Nós estamos, neste momento, estudando e analisando como será a forma de gerenciar esses hospitais para que nós tenhamos um melhor serviço a ser prestado ao cidadão custando menos também. Nós queremos uma forma eficiente, porque o cidadão quer o médico, a enfermeira, o remédio, ele não quer saber se vai ter concursado, se é OSS (Organização Social), se é uma terceirização de serviços, ele quer o médico, o atendimento, o remédio, funcionando, em uma estrutura de qualidade", declarou.

Mauro aguarda dados que devem ser apresentados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) até o final do ano.

"Se eu estiver lá a partir do ano que vem, essa decisão será tomada logo no início do ano que vem. Espero estar lá para que a gente encontre a melhor forma de prestar o melhor serviço custando menos para a sociedade", discursou.


FONTE MIDIA JUR