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Vereadora cita operações e diz que nada muda na Saúde de Cuiabá

A vereadora Michelly Alencar (União Brasil) fez duras críticas a gestão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) a respeito das operações policiais recorrentes a que a Secretaria Municipal de Saúde é alvo.

 

Para ela, os problemas na Saúde acontece há anos, Emanuel está no segundo mandato como prefeito, mas “nada muda”.

 

Na última terça-feira (3), agentes da Delegacia Especializada de Combate à Corrupção (Deccor) deflagraram a Operação Chacal.

 

Nela, seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos contra servidores da Saúde, sob a acusação de receberam salário e prêmio saúde como se fossem médicos da Prefeitura de Cuiabá.

 

“Se temos ali servidores recebendo e que não estão prestando serviço, o gestor da Pasta tem que responder sobre isso. [...] Se o atendimento não acontece é porque algum problema existe e a gente percebe que esse problema existe há anos”, afirmou a vereadora.

 

“É uma gestão que tá no segundo mandato e isso não muda. Enquanto tiver uma gestão que não cumpre o papel administrativo de enfrentamento, terão pessoas morrendo”, completou.

 

Em meio a operação, os parlamentares de oposição ainda tem denunciado a falta de profissionais médicos nos postos de atendimentos e hospitais municipais da Capital. Para Michelly, não há movimentação da gestão Emanuel para que o problema seja sanado.

 

“A gente percebe que a movimentação para sanar esses problemas não existe, o enfrentamento é pouco. Eu ouvi aqui [Câmara], da própria defesa do prefeito, que ele não poderia contratar [por decisão judicial]. E eu deixei claro: não pode contratar da maneira erra. Porque foi isso que ocasionou esse problema. E hoje a gente vê a causa disso tudo: má gestão”, afirmou.

 

Afastamento

 

A parlamentar relembrou que o prefeito chegou a ser afastado pela Justiça, em outubro do ano passado, por acusações também na Pasta da Saúde.

 

Emanuel é acusado de criar um "cabide de empregos" na Saúde para acomodar indicação de aliados, obter, manter ou pagar por apoio político.

 

“O problema existe e não é só do médico e servidor. É de uma gestão que faz com que isso perdure. Desde o ano passado, quando eu entrei, e já tinham denuncias. Ele já foi afastado por causa disso e como isso ainda continua acontecendo?”, questionou.

 

Fonte MIDIA NEWS