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Secretário de Saúde alerta que 400 mil não se vacinaram em MT e 900 mil não tomaram a segunda dose c

O secretário estadual de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo, confirmou que em meio a algumas notícias de nova onda da Covid-19 no mundo, com cepas diferentes sendo descobertas, ainda existem pessoas que são contra a vacinação e não procuraram um posto para fazer a imunização.

Segundo o Executivo, em Mato Grosso, por exemplo, no universo de 3,5 milhões de habitantes, 400 mil não se vacinaram e outros 900 mil só tomaram a primeira dose da vacina.

“Do Pantanal ao Araguaia, 900 mil não tomaram a segunda dose e 400 mil pessoas não tomaram nenhuma dose. Essas pessoas estão dentro do grupo de negacionistas, que acham que a vacina não é uma coisa boa e [elas] estão ajudando a transmitir o vírus para as pessoas mais vulneráveis”, disse o secretário.

Durante os quase dois anos de pandemia, Gilberto disse que o pior público para se trabalhar, inclusive com alguns assuntos referentes a isolamento, são os negacionistas. E, ainda segundo o secretário, são essas pessoas que acabam levando a doença para os mais frágeis da família.

Gilberto Figueiredo diz que é mais difícil convencer jovens a se cuidarem contra a Covid-19


“O negacionismo é difícil de trabalhar. Alguém disseminou que a vacina não é algo bom, que o isolamento também não é. Na verdade é totalmente ao contrário. Lá em 1940 a expectativa de vida não passava dos 40 anos. Hoje a população vive acima dos 70, 80 anos. Praticamente todos os cidadãos já tomam vacina desde quando são recém-nascidos. Ai em época de vacina, que é para salvar o mundo, salvar pessoas, quem não toma vacina coloca a vida de parentes em risco. Quem prega isso, faz conversa fiada todo dia”, disse o secretário.

No mesmo enredo, Gilberto também elencou que é mais difícil convencer o jovem a vacinar.

“É mais difícil convencer o jovem, porque o jovem acha que é inatingível. A população mais jovem acha que não será acometida e se pegar o vírus, será assintomático. E além de não querer vacinar não é a única coisa que eles não querem. Eles também não querem usar máscara. Mas não é absoluto. E espero que os jovens acreditem e se vacine. Mas temos em todas as faixas etárias céticos à vacina. Mas temos que mostrar que vale a pena esse tipo de tratamento. É bom viver, é bom estar entre os parentes, família", concluiu o secretário em entrevista ao Olhar Direto.

FONTE OLHAR DIRETO