ENTRETANTO, NÃO FOI ENCONTRADA AINDA ALGUMA RELAÇÃO ENTRE A PERDA DE OLFATO E A OBSTRUÇÃO NASAL.
“Estudos futuros são necessários para entender os mecanismos fisiopatológicos subjacentes à perda de olfato e o paladar durante a infecção de Covid-19”, analisaram os pesquisadores responsáveis.
Limitações do estudo
Os cientistas também pontuaram algumas limitações no estudo.
Entre os pacientes que relataram problemas de olfato, um terço não teve esse problema constatado por um teste objetivo. Isso significa que um a cada três pacientes teve testes de olfato com resultados normais, apesar de ter relatado problemas.
Os pesquisadores acreditam que isso pode ter ocorrido porque as pessoas participaram do estudo depois de saber que tinham Covid-19. E, dessa forma, podem ter lido sobre os sintomas da doença e sido influenciadas pelas notícias.
Outra limitação é que os pacientes hospitalizados foram avaliados no momento da alta, o que pode ter influenciado a avaliação da duração dos sintomas.
Úrsula Neves - Jornalista formada pela Universidade Estácio de Sá (UNESA), pós-graduada em Comunicação com o Mercado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e em Gestão Estratégica da Comunicação pelo Instituto de Gestão e Comunicação (IGEC/FACHA)
FONTE PEB MED
