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Covid-19: CFM lança hotsite para médicos com informações sobre a pandemia

Dados sobre o desenrolar da Covid-19 no Brasil, podcasts com especialistas convidados sobre o enfrentamento do coronavírus e acesso à plataforma criada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) pela qual os profissionais podem relatar problemas que enfrentam em seus locais de trabalho estão entre os serviços disponíveis no hotsite www.linhadefrente.cfm.org.br, lançado pela autarquia, em 14 de maio.

O novo site oferecerá acesso aos boletins epidemiológicos divulgados diariamente pelo Ministério da Saúde (MS), com informações sobre a evolução da doença da Covid-19 no país, com números de mortes e infectados. Os médicos também poderão escutar e fazer o download de uma série de podcasts esclarecedores sobre temas relacionados à pandemia, como o manejo do paciente crítico, a emissão de atestados médicos e a prática da telemedicina.

A posição do CFM sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) consta de documento disponível na plataforma. Nela, há, ainda, um link para que o médico possa acessar um formulário no qual poderá acusar os problemas que enfrenta em sua rotina de atendimento de pacientes suspeitos ou confirmados para Covid-19.

Dentre outros temas, poderá informar sobre a dificuldade de acesso a equipamentos de proteção individual (EPIs), a problemas na oferta de medicamentos, exames e outros insumos e a carência de leitos hospitalares (de internação e UTI). Para fazer o informe, o médico deve informar seu CPF e o número de registro do CRM e preencher um formulário, relatando os problemas encontrados.

Além desses serviços, no LinhadeFrente, os médicos poderão tirar suas dúvidas numa seção que reúne perguntas e respostas sobre temas, como telemedicina, certificação digital e prescrição eletrônica. Com atualização diária, essa plataforma quer oferecer aos brasileiros apoio nesse momento em que estão focados no enfrentamento da Covid-19, considerado um dos maiores desafios da saúde pública da história da humanidade.

FONTE CFM
Secretário diz que MT nunca proibiu hidroxicloroquina e quem decide seu uso é médico

Defesa sobre o uso da Cloroquina no tratamento da Covid-19, comumente, feita por várias pessoas em grupos de jornalistas, pelo aplicativo WhatsApp, foi um dos pontos de questionamentos feitos por jornalistas nesta terça-feira (19), em entrevista virtual com o secretário de Saúde, Gilberto Figueiredo.

Defendido já algum tempo pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), para o combate da covid-19, o secretário fez questão de frisar que uso do medicamento, em Mato Grosso, nunca sofreu nenhuma proibição pelo governo do Estado, quanto ao seu uso. E que sempre esteve sob a avaliação dos médicos.

Defendido já algum tempo pelo presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), para o combate da covid-19, o secretário fez questão de frisar que uso do medicamento, em Mato Grosso, nunca sofreu nenhuma proibição pelo governo do Estado, quanto ao seu uso. E que sempre esteve sob a avaliação dos médicos.
Mesmo que a hidroxicloroquina seja um medicamento usado no tratamento de malária e em doenças reumatológicas. E, atualmente, usado por várias autoridades de saúde no mundo, no enfrentamento à infecção do coronavirus, após o restabelecimento de alguns dos paciente.

Figueiredo lembrou que o Estado recebeu nove mil comprimidos da cloroquina para o uso contra a Covid-19 e liberado para a avaliação dos médicos. Pois, de acordo com o secretário, não cabe à Secretaria de Saúde, ao governador ou ainda a qualquer agente político a prescrição do medicamento ou de quaisquer outros.

"Quem prescreve é o médico. Todos têm à disposição na rede pública e privada e, se for necessário, será administrado. Mas isso não é uma decisão do governador ou do secretário, muito menos a proibição do uso de cloroquina no tratamento [...] Recebemos lotes fracionados do Ministério da Saúde, no total de 9 mil comprimidos. E fizemos a devida distribuição aos hospitais regionais de referência e hospitais municipais".

Ressaltando que, porém, é necessário entender que o uso do medicamento[cloroquina] varia, enormemente, de um para outro paciente. Pois é preciso levar em conta o seu quadro e as comorbidades que ele possa ter. Assim, a decisão passa por várias análises e sua prescrição precisa da anuência do doente.

"A gente percebe nas nossas redes sociais, o volume de pessoas que clamam para que o Governo do Estado autorize a utilização da cloroquina. É importante frisar à população que não há proibição nenhuma de utilização, nem da cloroquina, nem de medicamento nenhum. Mas o seu uso leva em conta uma série de fatores, dentre elas as comorbidade que poossa ter um paciente ".

Figueiredo descarta em live o lockdow

O secretário de Saúde ainda relembrou sobre a possibilidade do aumento dos casos da covid-19 com a chegada do frio à Mato Grosso. Junto, paralelamente, com outras doenças como a Influenza e a Dengue. Que, segundo ele, terão, igualmente, os números acrescidos neste período. Pontuando que, entretanto, não se sabe, ao certo, se as baixas temperaturas podem ser, de fato, um fator impulsionador para a disseminação do novo coronavírus. Assim, por enquanto, ela ainda fica no campo da hipótese. Advertindo, contudo, para que as pessoas sigam rigorosamente as medidas restritivas, sobretudo, o isolamento social, observado como a melhor solução para se conter a disseminação da doença.

E mesmo em um cenário que desponta uma escalada no número de casos confirmados da doença no Estado, o secretário descartou que o Estado, por agora, possa lançar mão do lockdown [expressão em inglês que significa confinamento ou fechamento total. É o método mais radical imposto por governos para que as pessoas cumpram o período de distanciamento social].

E ainda que ele já teria revelado sobre a tendência do crescimento da infecção, com a flexibilização da economia, uma medida como o lockdown, deve ser evitada. Principalmente, em municípios onde os índices de casos confirmados são baixos ou nem existem.

"Tenho visto alguns municípios de Mato Grosso tomando medidas severas, como o distanciamento social e fechamento da economia, sem casos confirmados do coronavirus em suas cidades. É preciso entender que não pode haver uma paralisação econômica em todo o Estado. E que muitas pessoas precisam voltar ao trabalho como forma de garantir os rendimentos familiares. Assim, as medidas mais drásticas, como o lockdown, por exemplo, só podem ser pensadas se tivermos um número muito superior de pacientes aos leitos que são oferecidos pela rede publica de saúde. Ou seja, se o contágio da covid-19 sair de controle, com uma taxa de 60% de ocupação dos leitos, causando impacto nos atendimentos. Assim, diante deste cenário os gestores, claro, devem adotar as medidas necessárias".

Figueiredo ainda deixou claro que os pico do novo coronavirus ainda não ocorreu em Mato Grosso e que a pandemia, no Estado, estaria só no início. "Estamos somente no início do sofrimento causado pela pandemia de Covid-19 e os números de mortes e infectados continuará aumentando dia a dia, semana a semana, num “desconforto” relacionado ao distanciamento social e incertezas, pelo menos até o final do ano e alívio mesmo só virá com a descoberta de uma vacina".

Até esta última terça-feira(19), de acordo com a SES, os casos confirmados da infecção chegaram a 1.005, com 522 pacientes em isolamento domiciliar e 88 internados, destes 43 em enfermaria e 45 em UTIs. Com um registro de 32 óbitos e com incidências maiores das mortes em Cuiabá, com cinco óbitos. Seguido de Várzea Grande com 4 e três em Rondonópolis.

FONTE O BOM DA NOTÍCIA

Servidora da Secretaria de Saúde de VG está com covid-19

Um servidor da Secretaria de Saúde de Várzea Grande testou positivo para a covid-19. A informação foi confirmada pelo Comitê de Enfrentamento ao novo coronavírus e pela própria pasta. Diante disso, o município informa que adotou medidas de fechamento da parte administrativa e desinfecção do prédio para evitar a disseminação do novo coronavírus.

Por meio de nota, a prefeitura comunica que está fazendo uma triagem nos servidores que mantiveram contato com o funcionário da parte administrativa, sendo que parte já se encontra em isolamento domiciliar e sem internação.


"Tanto o Comitê de Enfrentamento quanto a Secretaria Municipal de Saúde de Várzea Grande, reafirmam que para os trabalhadores que podem realizar seus afazeres por home office que assim o façam, mantendo o isolamento social", diz trecho da nota.

Para aqueles que necessitam trabalhar ou pertencem às áreas essenciais, a prefeitura orienta que o façam de forma segura, seguindo as regras de distanciamento de 1,5 metro, façam uso contínuo de máscaras de proteção facial e, quando necessário, de luvas, além de manter meios de higienização como água e sabão e álcool gel para que possamos enfrentar a pandemia.

FONTE GAZETA DIGITAL


Unimed Cuiabá institui Termo de Responsabilidade para cirurgias eletivas

Para a segurança de pacientes, médicos cooperados e prestadores de serviços que optarem por realizar cirurgias eletivas durante a pandemia de coronavírus, a Unimed Cuiabá instituiu o TERMO DE ASSUNÇÃO DE RESPONSABILIDADE E CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO PARA REALIZAÇÃO DE CIRURGIA ELETIVA como medida para reduzir os riscos de propagação do covid-19. A medida é válida a partir do dia 21 de maio.

O documento deve ser assinado pelo paciente e pelo médico responsável no ato da solicitação do procedimento, e pelo hospital prestador do serviço. É uma exigência prévia às autorizações de procedimentos de beneficiários de Cuiabá. A via digital, com assinatura legível das três partes, deve ser enviada pelo whatsapp 0800 882 0800 ou pelo e-mail pedidos@unimedcuiaba.coop.br, ou entregue presencialmente na sede administrativa da Unimed Cuiabá.

Legislação - O decreto municipal nº 7898, de 9 de maio de 2020, define, em seu 18º artigo, que deve ser suspenso o agendamento e atendimento de consultas e procedimentos eletivos em unidades de saúde da cidade. Conforme o Decreto, a suspensão vai até 31 de maio de 2020, podendo este prazo ser prorrogado. No entanto, a Unimed Cuiabá reforça que clínicas, laboratórios e hospitais da rede credenciada são responsáveis pela decisão de manter ou não o atendimento e os procedimentos eletivos.

A Cooperativa ressalta que continua encaminhando as autorizações normalmente, nos termos preconizados pela Agência Nacional de Saúde (ANS), com a exigência da assinatura do termo de consentimento pelas partes envolvidas.

FONTE UNIMED CUIABÁ

Covid-19: CFM lança hotsite para médicos com informações sobre a pandemia

Dados sobre o desenrolar da Covid-19 no Brasil, podcasts com especialistas convidados sobre o enfrentamento do coronavírus e acesso à plataforma criada pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) pela qual os profissionais podem relatar problemas que enfrentam em seus locais de trabalho estão entre os serviços disponíveis no hotsite www.linhadefrente.cfm.org.br, lançado pela autarquia, em 14 de maio.

O novo site oferecerá acesso aos boletins epidemiológicos divulgados diariamente pelo Ministério da Saúde (MS), com informações sobre a evolução da doença da Covid-19 no país, com números de mortes e infectados. Os médicos também poderão escutar e fazer o download de uma série de podcasts esclarecedores sobre temas relacionados à pandemia, como o manejo do paciente crítico, a emissão de atestados médicos e a prática da telemedicina.

A posição do CFM sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) consta de documento disponível na plataforma. Nela, há, ainda, um link para que o médico possa acessar um formulário no qual poderá acusar os problemas que enfrenta em sua rotina de atendimento de pacientes suspeitos ou confirmados para Covid-19.

Dentre outros temas, poderá informar sobre a dificuldade de acesso a equipamentos de proteção individual (EPIs), a problemas na oferta de medicamentos, exames e outros insumos e a carência de leitos hospitalares (de internação e UTI). Para fazer o informe, o médico deve informar seu CPF e o número de registro do CRM e preencher um formulário, relatando os problemas encontrados.

Além desses serviços, no LinhadeFrente, os médicos poderão tirar suas dúvidas numa seção que reúne perguntas e respostas sobre temas, como telemedicina, certificação digital e prescrição eletrônica. Com atualização diária, essa plataforma quer oferecer aos brasileiros apoio nesse momento em que estão focados no enfrentamento da Covid-19, considerado um dos maiores desafios da saúde pública da história da humanidade.

FONTE CFM