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Uso de equipamentos de proteção individual pelos profissionais de saúde no combate a COVID 19

A pandemia do novo coronavírus, denominado de SARS-CoV-2 , se originou na China e foi declarada como emergência de saúde pública de interesse internacional em janeiro de 2020. A COVID-19, doença causada pelo novo coronavírus, se espalhou rapidamente por todos os continentes e chegou no Brasil no final do mês de fevereiro de 2020.

Devido ao mecanismo de transmissão até o momento conhecido, os equipamentos de proteção individual (EPI) são um dos materiais mais importantes para a segurança dos profissionais de saúde, que devem ter habilidades e competências para o uso correto de forma a prevenir a transmissão da infecção.

Considerando as dificuldades atuais relacionadas a pandemia da COVID-19 e ao uso de EPI, surgiu o interesse de um grupo de pesquisadores em desenvolver uma pesquisa nacional, financiada peloCNPq (Chamada MCTIC/CNPq/FNDCT/MS/SCTIE/Decit Nº 07/2020, Processo: 401457/2020-6), para avaliar a adesão e uso de EPI por profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) e por profissionais vinculados a Programas de Residência na área da saúde no combate à pandemia da COVID-19.

Como a APS é a porta de entrada preferencial do usuário do Sistema Único de Saúde (SUS), detendo papel crucial na resposta à surtos e epidemias, como a que estamos vivenciando, torna-se imprescindível o uso de EPI de maneira adequada por parte dos profissionais destes serviços. Os profissionais vinculados a Programas de Residência na área da saúde também desempenham esse papel, atuando na linha de frente no combate à Covid-19, cumprindo uma carga horária de trabalho de 60 horas semanais. Desta forma, faz-se essencial o estudo voltado a avaliação do conhecimento sobre uso de EPI e da adesão de utilização, visando gerar informação para implementação de ações e compreensão neste contexto de atuação.

Todos os profissionais de saúde das Unidades de APS do Brasil, aproximadamente 723.310 mil profissionais, segundo dados do Cadastro Nacional de Estabelecimento de Saúde (CNES), dentre eles médico; cirurgião dentista; enfermeiro; fisioterapeuta; fonoaudiólogo; nutricionista; farmacêutico; assistente social; psicólogo; auxiliar e técnico de enfermagem; agente comunitário de saúde; recepcionista; assistente técnico administrativo; técnico em saúde bucal e agente de saúde pública, bem como todos os profissionais vinculados a Programas de Residência na área da saúde, aproximadamente 30 mil, estão convidados a participarem da pesquisa, que foi aprovada Comitê de Ética em Pesquisa Humana da Universidade Federal de Juiz de Fora, Parecer N. 4.210.759.

Para a coleta de dados, serão aplicados questionários online, de acordo com o perfil do(a) participante, que podem ser acessados diretamente através dos seguintes links:

Profissionais da Atenção Primária à Saúde: https://ee.humanitarianresponse.info/x/Osj5ccfK

Profissionais vinculados a programas de residência: https://ee.humanitarianresponse.info/x/LAzuODBq

No site https://www.ufjf.br/epicovid19/ encontra-se maiores informações sobre a pesquisa bem como os aspectos éticos, aprovação do Comitê de Ética e contato dos pesquisadores.


FONTE CRM